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    Veneza cobrará turistas e exigirá reservas para conter multidões

    Autoridades se preparam para cobrar de 3 a 10 euros dos visitantes. Catracas como as dos aeroportos estão sendo testadas para controlar fluxo de pessoas

    Most beautiful and visited view from Accademia Bridge on Grand Canal in Venice, Venice is the major tourist destination in Italy, always crowded with tourist and visitors. Image taken at sunset with my Canon 6D on Jun 2016.
    Most beautiful and visited view from Accademia Bridge on Grand Canal in Venice, Venice is the major tourist destination in Italy, always crowded with tourist and visitors. Image taken at sunset with my Canon 6D on Jun 2016. Getty Images

    Silvia AloisiAlex Fraser

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    (Reuters) Para combater a superlotação turística, as autoridades estão monitorando cada pessoa que coloca os pés em Veneza, na Itália. Um total de 468 câmeras de circuito fechado, sensores óticos e um sistema de rastreamento de telefone celular são capazes de discernir moradores de visitantes, italianos de estrangeiros, de onde as pessoas vêm, para onde vão e o quão rápido estão se movendo.

    A cada 15 minutos, as autoridades tiram um retrato do quão cheia a cidade está, assim como de quantas gôndolas estão circulando pelo Canal Grande, se barcos estão correndo e se as águas sobem em níveis perigosos.

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    Agora, um mês depois de navios de cruzeiro serem banidos da laguna, autoridades municipais estão se preparando para exigir que os turistas agendem suas visitas previamente e para cobrar de 3 a 10 euros para os visitantes de um dia entrarem, dependendo da época do ano. Catracas como as dos aeroportos estão sendo testadas para controlar o fluxo de pessoas e, caso os números se tornem excessivos, impedir o ingresso de novos visitantes.

    O prefeito de Veneza, Luigi Brugnaro, diz que sua meta é tornar o turismo mais sustentável em uma cidade visitada por 25 milhões de pessoas por ano, mas reconhece que as novas regras serão difíceis de impor.

    “Espero protestos, processos, tudo… mas tenho o dever de tornar esta cidade habitável para aqueles que moram nela e também para aqueles que querem visitá-la”, disse ele a repórteres estrangeiros.

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