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    8 exposições para colocar na agenda e visitar, em São Paulo

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    Rica em cultura, São Paulo tem sempre uma grande exposição bacana acontecendo. Seja de artistas famosos, recortes de tempo da pintura e esculturas ou experiências imersivas. Existem algumas delas rolando na capital, outras prestes a entrar em cartaz. Descubra!

    Castelo Rá-tim-bum, no Memorial da América Latina (até 30 de junho de 2017*)
    Na exposição inédita, o Memorial da América Latina celebra o aniversário de 28 anos do programa infantil, que encantou diferentes gerações. Nesta mostra, o público tem a chance de entrar em um Castelo idêntico ao da série, construído em uma área de 700m² anexa ao Pavilhão da Criatividade. O espaço reproduz com fidelidade o desenho original do seriado, desde a entrada, com o porteiro eletrônico, até a torre com 15 metros de altura, bandeira tremulando, janelas, colunas e catavento. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Memorial, no Food Park (Praça da Sombra). *Inicialmente, a temporada iria até o fim de junho. Mas, devido ao sucesso, deve ser estendida.

    Fachada da recriação do Castelo, no Memorial da América Latina (Foto: Daniela Agostini/Divulgação)

    Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda. Com ingressos a R$ 20 (inteira), funciona de ter. a sex., das 9h às 18h; sáb., dom., e feriados, das 10h às 20h. Acesso pelos portões 8 e 9. Também é possível adquirir os ingressos pelo site www.ratimbumocastelo.com.br.

    Renoir e o Impressionismo no MAM (até 27 de agosto de 2017)
    A mostra “O Impressionismo e o Brasil”, com cerca de 70 pinturas dos anos 1860 até a década de 1930, está em cartaz no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). A maioria, oito telas, são de Pierre-Auguste Renoir, um dos precursores do gênero na França, e as outras 10 são de brasileiros e estrangeiros. Uma série de objetos utilizados por Antonio Parreiras, um dos ícones do movimento no país, também está exposta, bem como três filmes didáticos de Carlos Nader sobre o tema. Com curadoria de Felipe Chaimovich, a mostra permanece busca revelar o benefício trazido pelos avanços da indústria da tinta a óleo para os pintores impressionistas.

    “Natureza Morta com limões e xícara”(1910), de Pierre-Auguste Renoir. Acervo da Fundação Ema Klabin (Foto: Romulo Fialdini/Divulgação)

    Parque Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3) / Tel.: (11) 5085-1300. “O impressionismo e o Brasil”: até 27 de agosto, na Grande Sala, de ter. a dom., das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h). Entrada R$ 6, mas gratuita aos sábados

    Steve Jobs no MIS ( de 15 de junho até 20 de agosto de 2017)
    Antes de se preparar para a grande expo do ano, sobre Renato Russo, o MIS abre as portas para falar de Steve Jobs. A expo do Museu da Imagem e do Som (MIS) põe luz sobre a vida e obra de uma das personalidades mais inventivas do século XX. Na mostra, o público tem acesso ao rico universo Jobs (desde a Apple até a Pixar), como fotos, objetos pessoais, filmes, reportagens e produtos históricos que mostram a forma como ele pensava.

    Avenida Europa, 158, Jardim Europa / Tel.: (11) 2117-4777. “Steve Jobs, o visionário” ocupa o 1º andar e o Espaço Redondo: de ter. a sex., das 11h às 20h (podendo permanecer até 21h na expo); e sáb., das 10h às 21h (podendo ficar até 22h) e dom., das 10h às 19h (estendendo a permanência até 20h). A bilheteria abre uma hora antes da visitação, com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Antecipados custam R$ 18 (inteira) e R$ 9 (meia) pela Ingresso Rápido.

    Mulheres modernistas no Tomie Ohtake (de 15 de junho a 20 de agosto)
    A mostra “Invenções da Mulher Moderna, Para Além de Anita e Tarsila” do Instituto Tomie Ohtake coloca em destaque a produção e a trajetória de diversas mulheres que desafiaram convenções e limites de suas épocas, nos séculos XIX e XX no Brasil. Para a exposição, com cerca de 300 obras, além de fotos e documentos, o curador toma como referência dois pilares do modernismo no Brasil: Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, e apresenta novos apontamentos sobre suas obras e histórias. As invenções, como sugere o título, dizem respeito às criações dessas mulheres e também à construção da imagem da mulher que foi sendo aberta e lapidada ao longo dos séculos XIX e XX. Além de seu pioneirismo, essas personagens têm em comum o enfrentamento de tensões e conflitos de diversas ordens.

    Antonieta Santos: “Feio Seringal”, de 1940, aquarela guache (Foto: Reprodução)

    Complexo Aché Cultural: Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropés, 88), Pinheiros / Tel.: (11) 2245-1900. De ter. a domingo, das 11h às 20h. Entrada franca!

    “Toulouse-Lautrec em vermelho”, no Masp (De 30 de junho a 1 de outubro de 2017)
    Como o tema do Masp este ano é sexualidade e estudo de gênero, mais uma mostra ressalta o assunto: “Toulouse-Lautrec em Vermelho” é a primeira grande expo individual do artista francês no Brasil. Ao todo, 75 obras questionam atitudes e padrões sociais. Também serão exibidos cerca de 50 documentos da época, como cartas, bilhetes, telegramas e fotografias de Toulouse-Lautrec e de seu círculo de amigos. Com curadoria do diretor artístico Adriano Pedrosa, e do curador adjunto de arte europeia, Luciano Migliaccio, a mostra visa incentivar debates acerca da sexualidade na arte e nos campos de estudo da história social e cultura visual na virada dos séculos 19 e 20.

    “Estas mulheres na sala de jantar”, de 1893-95, de autoria de Henri de Toulouse-Lautrec. (Reprodução: Szépművészeti Múzeum/ Museum of Fine Arts, Budapest)

    MASP. Avenida Paulista, 1578 / Tel.: (11) 3149-5959. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). De ter. a dom.,das 10h às 18h (bilheteria fecha meia hora antes), qui. o horário amplia: das 10h às 20h (bilheteria funciona até 19h30). Entrada gratuita às terças-feiras.

    Di Cavalcanti, na Pinacoteca (De 2 de setembro de 2017 a 08 de janeiro de 2018)
    Com curadoria de José Augusto Ribeiro, a Pinacoteca levanta a hipótese nessa retrospectiva de que a atuação do pintor era o de particularizar uma “escola modernista brasileira” (como aconteceu na França), com elementos “tipicamente brasileiros” de boemia, circo, rodas de samba e bordeis.

    Ainda não há informações sobre os horários de funcionamento nem venda de ingressos.


    Renato Russo (Reprodução: Leticia Godoy/Museu da Imagem e do Som)

    NO RADAR
    Outras grandes exposições serão abertas ainda em 2017, em São Paulo. Uma delas é a retrospectiva de Renato Russo, que deve acontecer a partir de setembro, no MIS. O fio condutor desta mostra será a narrativa poética do líder do Legião Urbana. O visitante será convidado a mergulhar no universo de Renato por meio de sensações, com objetos cênicos e complementos audiovisuais. Estima-se que mais de 500 itens sejam coloca-
    dos em exibição – além dos manuscritos de músicas e fotos antigas, tem anotações, desenhos, roupas emblemáticas (como a bata branca), sua famosa guitarra e até uma carteirinha escolar da quarta série.

    A outra é a primeira grande mostra de Tunga no País, que abre em dezembro e segue até 2018. Os responsáveis são o diretor artístico Adriano Pedrosa e o curador Tomás Toledo.

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