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Revolução no ar: avião recebe uma das maiores camas em classe executiva

Assentos da JetBlue estarão disponíveis nos voos entre Boston e Nova York para Londres

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Por John Walton, CNN

Uma das maiores camas instaladas dentro de um avião deve estrear em breve, quando a JetBlue começar a voar seus A321neo partindo de Boston e Nova York rumo à Londres.

A nova oferta do Mint Studio, da companhia aérea, consiste em dois pequenos quartos na frente de seus aviões mais novos, cada um com um assento confortável que se transforma em uma cama, totalmente plana, localizada atrás de uma porta de privacidade com um sofá adjacente que, somado ao assento, se transforma em uma das maiores camas no ar. É uma nova modalidade para viagens em classe executiva. Se a JetBlue se mantiver fiel à forma, o preço dessas novas ofertas tornará a classe mais acessível aos viajantes.

Mas não é apenas o assento em si que é revolucionário. Todos os detalhes de design por trás dele também: há wireless, conectores de energia, espaço que permite que você continue trabalhando ou usando seu tablet enquanto se alimenta, um colchão Tuft & Needle (marca de colchões americana), e várias outras facilidades.

Mas essa nova estrutura não aconteceu de um dia para o outro. Comprar um novo avião não é como ir a um showroom de carros e decidir sobre o novo automóvel do ano, elegante e eficiente em combustível. Isso leva, literalmente, anos e anos. A história desses novos assentos pode ser contada após meia década ou mais de conversas entre executivos e designers da JetBlue, o fabricante de aeronaves Airbus, o fabricante de assentos Thompson, o parceiro de design Acumen e participantes da indústria em todo o mundo.

A escolha do assento
A JetBlue escolheu a cadeira Solo da Thompson e concordou em lançar o projeto atualizado da cabine Airspace da Airbus, com maleiros maiores, e um novo visual para tudo, do teto às janelas. E é aí que entra a Acumen. A empresa é uma das poucas consultorias de design familiarizada com os requisitos de trabalho em cabines de aviões. Cada material deve ser testado quanto à resistência ao choque, retardamento de chamas, toxicidade, longevidade e muito mais – e as companhias aéreas também desejam que tenha uma boa aparência.

(Texto traduzido, clique aqui para ler o original em inglês).

 

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